quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Quem sou eu.



Eu gosto de amores impossíveis, adrenalina jamais sentida, gosto de sentimento verdadeiro. Não vivo antigos amores novamente, nem refaço amizades traídas e vivo de emoções. Amo quem eu sei que me ama e faço tudo pra ter ela sempre do meu lado. Tenho uma amiga oculta e isso me faz ser a pessoa mais maravilinda do mundo, é, eu acho. Sempre concretizo finais de uma forma que eu acho certa para mim, não aceito traição, e acho hipócrita quem trai e ainda tem coragem de dizer que ama. Não acredito que amar é se foder e se iludir, em todos esses anos me iludi uma vez só, aprendi a ser diferente e todos meus relacionamentos eu tento viver de forma intensa. Jogos as antigas cartas de amor, leio e releio milhões de vezes uma letra de música quando eu quero que ela marque minha vida. Acredito em vida após a morte, e sei que não existe amor entre homem e mulher e sim, DUAS almas. Sou viciada em tatuagem e condeno ou gosto das pessoas conforme estilo musical. Mudo conforme me adapto, mas pode ter certeza que não sou mais a mesma de ontem e amanhã serei completamente diferente de hoje, agora. Sinto saudade, mas só volto no tempo quando me convém, tenho apenas 8 amigos, mas eu to falando é de AMIGO, irmão, companheiro, e parceiro, e são os melhores. Amo mensagens de amor, ligações na madrugada, de alguém que eu quero bem.
Sou viciadíssima em Cruzadas da Coquetel e ligo minha inteligência em Clarice Lispector, idolatro John Mayer. Direi aos meus filhos o quanto foi difícil me assumir para a sociedade, mas também lembrarei eles que se você não der a cara a tapa, nunca vai conseguir algo. Tenho uma puta carga nas costas de pessoas que já viveram mais de 30 anos. Vivo em torno da felicidade das pessoas, e não gosto que sintam dó de mim quando eu caio, porque se eu cair, é pra levantar....e mais tarde só eu direi o que acharei necessário de mim.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Delírio

É uma loucura, te ver, te querer e não poder te ter;
É uma loucura, te sentir, te abraçar e só sonhar.
Tudo se retorce no meu interior, te desejando e esquentando como um vapor com toda potência.
Será mesmo, que um dia isso tudo virá realidade?!
espero o tempo que for, mas espero...
te quero!


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Quem somos?

Mocinhos vencem somente nos filmes, mulheres más contam histórias, e isso se torna sempre verdadeiro. Na vida real, é seguido o modo fictício do que a dor, a luta e a sobrevivência.
Onde tudo é belo, egocentrico, novo, radiante e alucinador, nesse mundo em que vivemos. Elas amam eles, eles nem sabem que elas existem, eles mentem, elas exageram cada vez mais, elas vivem e morrem o tempo todo por eles; eles? continuam sem ligar.
Todos adoram um amante, isso mesmo, todos! Todos estão escondidos, ninguém sabe o que quer nem quem são. Deve ser por isso que somos elogiados como animais, e não como seres humanos.
Vivem e morrem por dinheiro, transformam amor em ódio, felicidade em mágoa e assim adiante.
Novelas, filmes, músicas, contos, cada parte forma um quebra-cabeça da vida de cada um, e é por essa razão que somos assim, pequenos hipócritas e oprimidos da face dos grandes! 

domingo, 5 de dezembro de 2010

Velha infância

Tempos das festinhas de aniversário de meus amigos, parquinhos de diversão com meus pais me embalando na balança, da minha casinha na árvore no fundo do quintal, do meu primeiro e incrível amor.
São lembranças, bons momentos, mas um sentimento que corróe tudo por dentro e principalmente seu coração, a maldita saudade.

É engraçado como o tempo realmente passa, os momentos acontecem, ficamos felizes ou tristes, mas depois é mera lembrança, e só.
Saudade dos meus animais que já estão em outro mundo, saudade das minhas bonecas, saudade da minha piscina inflável. É, são tantas coisas.
Esperei por quantos anos meus 15 chegarem, pois é, como se já não bastassem queria meus 18, e hoje gostaria de achar onde clicar pra voltar pros meus 6.

Meus primos envelhecem e meus irmãos crescem, todos casam, criam seus filhos e vivem uma vida a dois. E depois? só lembrança da nossa infância. 
Infância, palavra tão meiga e doce, mas que hoje já não tem muito sentido para uma nova geração, são criações diferentes, tempos e estados opostos.



'Aproveite bem, o máximo que puder, o poder e a beleza da juventude'.
Aposte em tudo, e assim como um passado lindo, crie seu futuro melhor ainda.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Ser gay, é algo normal.

- Amei ver as caras de surpresa quando a diferença venceu a mesmice, a rotina, o óbvio, o estruturado e aceito, isso eu gostei muito!
Eu não imaginava que o povo estivesse atento ao meu carisma, acho até que não sabia que tinha um carisma tão evidenciado...ausência de tipos e caras e boca. Meu pavio curto para com a hipocrisia.
Talvez eu já esteja acostumada a ser aceita pela frente e ouvir risinhos pelas costas.
Talvez esteja acostumada a ver pessoas se submetendo, aceitando ou buscando ignorar coisas que em estado consciente jamais permitiriam. Sei lá...
Sei que quando se é homossexual, o fato de ser aceito pela família, não elimina os obstáculos exteriores. Fotalece para a briga, mas não priva das quedas nem dos choros. Ser assumido é ter um vento (e que vento) no foco das pessoas que ao invés de enxergar a personalidade, insistem em comentar sobre a sexualidade. Como se isso fosse uma determinante...
No fundo, ser homossexual é saber-se exatamente igual sem nunca poder provar que se é igual, sem nunca poder degustar sincera e profundamente da igualdade.
As pessoas no fundo, não entendem que dor, tristeza e amor não têm sexo e, esse pequeno e determinante princípio da homofobia está presente ainda que em forma de semente em muitos daqueles simpatizantes e compreensivos.
Com certeza gays gostariam de ser outra coisa só pra não se sentir a mosca no leite da sociedade. A mancha na lapela dos pais. O batom na cueca da família inteira. Como aquela coisa que não tem nada demais, mas demanda sempre algum nível de explicação... É muito chato, ser normal e sentir-se motivo de preocupações daqueles dos entes amados que amam e que amamos. Melhor deixar pra lá, ir em frente e a saída é a alegria. Será por isso homossexualidade ganhou o carinhoso apelido de "gay"? Adiante!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Abraços Largos, falsos.

Eu odeio abraços largos, sem aperto.
Odeio a falsidade e mais ainda os humanos falsos.
Odeio quando tenho que ser falsa, ora falsidade maior seria a minha em negar tal asco.
Mas convenhamos que minha falsidade é utilizada somente para com pessoas pequenas, insignificantes. As que respeito e amo nunca souberam a cor da minha falsidade, nunca saberão.
Logo tenho sete anos de perdão.
Eu odeio ignorancia. Intolerancia.
E Deus...como odeio ironias. Quando estas me atingem certamente.
Egoísmo. Chegamos enfim.
E quem não é?
Os falsos certamente.
Aplausos para os falsos egocentricos de abraços frouxos. Ironia?
Odeio grosserias. Estupidez é morte certa pra mim. Sofro de hipersensibilidade emotiva. E me sinto mal até mesmo quando eu protagonizo a estupidez.
Odeio alienação.
Padroes e padroes.
Gosto dos sorrisos. Principalmente quando faltam alguns dentes e sobram uns adoentados. Esse é o sorriso forte. Sem falsidade, pois nao existem motivos para tal.
Segundo o padrao de beleza não há o que exibir, não há nada belo. Tanta coisa linda que nao enxergamos porque a maldita e alienante sociedade nos cega diariamente.
Tdo fica embaçado por trás desse "gutti" de sol caríssimo.
E o que te faz ter certeza de que você é livre de qualquer tipo de preconceito?
A proposito quando falamos ou lemos essa palavra o que vem em nossas mente primeiramente?
Claro: negros e homossexuais.
Alguem já leu sobre os Albinos que sao assassinados cruelmente na Africa?
Que a mãe da sua amiga héterossexual te adora mas que "deus a livre" da filha dela ser como voce?
Hipocresia.
A tão pura e somente hipocresiedade.
Eu odeio abraços largos.
Odeio. 

Você, contra você mesmo.

Acredite.
Quando ando nas ruas, sinto minha vida numa trilha sonora igual à 'Filtro Solar' de Pedro Bial, destacando a frase 'Você, contra você mesmo', é algo que marca lá no fundo, desfrutando quem eu sou de verdade, tentando visualizar a minha íntegra identidade. As vezes pensamos, "será mesmo que isso é bom pra mim?!", sempre causa um ar de desconfiança em todas nossas atitudes, e não percebemos que muitas vezes, beneficiamos o próximo do que a nós mesmos, mas isso é uma história longa, porque nem sempre vivemos de razão, portanto, significa que nem sempre tomaremos atitudes certas que nos beneficiem.
Muitas vezes é perca de tempo brigarmos com pessoas de baixa inteligência, mas as vezes perdemos muito mais tempo ficando quieto e deixando a nossa dignidade se calar, e mais tarde simplesmente lembramos que no fim, é só você, contra você mesmo.